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segunda-feira, 21 de março de 2011

Dicas de equipamentos eletrônicos com menos substâncias tóxicas e marcas preocupadas com o meio ambiente

Fim de ano, época de compras. No embalo das sacolas cheias, sai a 16ª lista de Guia de Eletrônicos Verdes, publicação trimestral que revela as marcas que cuidam da saúde humana e ambiental. Nesta edição, Philips, Acer e HP trazem para as prateleiras equipamentos menos tóxicos. Nokia e Sony Ericsson continuam na liderança das empresas preocupadas com o bem-estar dos consumidores.
Publicado desde 2006, o Guia de Eletrônicos Verdes tem como objetivo pressionar as empresas a produzir eletrônicos mais limpos e duráveis, que possam ser substituídos, reciclados e descartados sem prejuízos à saúde humana e ambiental. Na lista estão dezessete grandes empresas fabricantes de computadores, celulares, TVs e consoles de jogos eletrônicos, avaliados nas categorias químicos, energia e lixo, em quesitos como uso de substâncias tóxicas, pegada de carbono e reciclagem.

A Philips sai na frente das outras fabricantes de televisores com o lançamento da primeira TV livre de PVC - componente tóxico do plástico, do mercado. Acer e HP também dão bom exemplo, com linha de notebooks e computadores de mesa sem a substância. Fizeram feio Toshiba, LGE, Samsung, Dell e Lenovo, que ainda não trouxeram ao mercado nenhum produto livre de PVC.
Nesta edição, muitas perderam pontos por falarem de mais e cumprirem de menos. É o caso da Microsoft, atrasada em seu comprometimento de eliminar substâncias tóxicas. A Apple não perdeu pontos, mas também não trouxe novos avanços. Nokia e Sony Ericsson são as marcas com mais produtos livres de PVC e Retardantes de Chama Brominados (BFR, na sigla em inglês), substância usada para inibir a combustão, altamente tóxica.

Desde 2002, o Greenpeace investiga o rumo dado ao lixo eletrônico no mundo, que gera entre 20 e 50 milhões de toneladas de descarte tóxico por ano. Entre os mais comuns estão celulares e computadores, que tendem a ser substituídos com mais rapidez. Mas foi com uma televisão que o time do Greenpeace chegou a uma rede ilegal de venda de equipamentos que deveriam ser descartados na Europa para a África.
Por meio de um localizador com satélite implantado dentro do televisor, a equipe conseguiu monitorar o caminho do aparelho, desde um centro de reciclagem na Inglaterra, até um gigantesco mercado de contrabando na Nigéria. A investigação é contada no vídeo abaixo, em inglês.

Caixa eletrônico sustentável pode chegar ao Brasil ainda este ano

                                                
Sabe as máquinas de banco 24 horas que, obviamente, ficam ligadas o tempo todo? Como poderiam fazer pra ela gastar menos energia? Usando o sol, é a resposta da empresa que as desenvolve.
A empresa Perto S.A. está colocando na Índia o caixa eletrônico 24 dos nossos sonhos! Por quê? Porque ele fica ligado o dia todo, mas gasta menos energia!
Com o nome de “ATM verde”, o equipamento vem com um painel de energia solar que pode ser instalado em ambientes internos e externos. Segundo a empresa, a economia de energia chega a 50%.
Como os aparelhos estão indo bem, obrigado, lá na Índia, a empresa quer trazer os modelos aqui para o Brasil, onde também faz muito sol, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste. Bem, serão bem-vindos, não?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Radiômetro: sensor encontra focos escondidos de fogo

Pesquisadores alemães desenvolveram um sensor capaz de detectar fogo onde só parece haver fumaça.
Incêndios que produzem uma grande quantidade de fumaça são particularmente difíceis de combater porque é difícil detectar e alvejar diretamente a origem do fogo.
O novo sensor radiométrico pode localizar o coração das chamas, mesmo quando a visibilidade é limitada ou impossível, como sob uma camada de terra.

Fogo escondido pela fumaça

Montado sob um dirigível, o radiômetro conseguiu
detectar focos de incêndio até sob
uma camada de terra no solo.[Imagem: Wolfgang Krüll]
 As câmeras de infravermelho são o principal recurso dos bombeiros atualmente, uma vez que o fogo brilha mais intensamente na faixa do infravermelho.
Embora sejam úteis sobretudo para o combate de incêndios a partir do ar, as câmeras de infravermelho não funcionam em condições de muita poeira e fumaça, como em incêndios florestais.
Radiômetro
O radiômetro é formado pelos sensores propriamente ditos, por uma antena e pelo software para processar e mostrar as imagens do fogo.
A resolução do sistema todo é determinada sobretudo pela abertura angular da antena - a precisão depende do tamanho da antena, da frequência e da distância do solo.

Leia a reportagem completa aqui

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

1º Congresso de Engenharia e Tecnologia ( CET-UFG)

Olá galera!!! Passando aqui hoje pra divulgar o 1º Congresso de Engenharia e Tecnologia da Universidade Federal de Goiás.

O evento acontecerá nos auditórios da UFG (Campus I e II), entre 11 de abril e 15 abril de 2011.Este é a união entres as semanas acadêmicas das engenharias e da arquitetura da universidade de todo o estado de Goiás.
Os cursos que compõe o evento são:

1º Congresso de Engenharia e Tecnologia
Arquitetura e Urbanismo,

Agronomia,

Engenharia de Alimentos,

Engenharia Ambiental,

Engenharia Civil,

Engenharia da Computação,

Engenharia Elétrica,

Engenharia de Minas,

Engenharia Mecânica,

Engenharia de Software,

Engenharia de Produção,

Engenharia Florestal

Engenharia Química
O site do CET-UFG ainda não está pronto mas pra quem tem orkut foi criada uma comunidade  http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=111021734.

Em breve mais informações

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Casca de eucalipto pode ser reaproveitada para a produção de etanol


A casca do eucalipto possui açúcares solúveis que podem ser prontamente postos em contato com as leveduras que produzem o etanol por meio de fermentação.
Uma tonelada de resíduo gera 200 quilos de açúcares, que permitirão produzir 100 litros de etanol,segundo experimentos do químico Juliano Bragatto.
"Somando-se o açúcar que pode ser obtido da quebra da celulose, estima-se uma produção adicional de 94 litros, dobrando o rendimento de etanol", destaca Bragatto. "Havia a possibilidade de alguns compostos químicos presentes na casca do eucalipto inibirem a fermentação, prejudicando a produção de álcool, o que não aconteceu."
O rendimento do processo de produção do etanol a partir dos resíduos de eucaliptos é semelhante ao do álcool de cana-de-açúcar. 



terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Oásis artificial pode ser início de "floresta no deserto"

Floresta no deserto vai começar com oásis artificial

Se o projeto-piloto for bem-sucedido, a ideia é converter áreas desérticas inteiras em verdadeiras "florestas". [Imagem: Sahara Forest Project].

(...)A Fundação Bellona, financiada pelo governo da Noruega, acaba de obter autorização do governo da Jordânia para construir o primeiro protótipo de um oásis high-tech.

Sob o pretensioso nome de Projeto Floresta no Saara, a fundação começará, em 2012, a construir seu primeiro oásis, em um terreno de 200.000 metros quadrados, em Aqaba, próximo ao Mar Vermelho.
Se o projeto-piloto for bem-sucedido, a ideia é converter áreas desérticas inteiras em verdadeiras "florestas", fundamentadas na alta tecnologia e no aproveitamento dos recursos naturais.
Joakim Hauge, coordenador do projeto, afirma que a ideia é tirar proveito da abundância que o mundo tem de luz do Sol, água do mar, dióxido de carbono e terras áridas.
"Esses recursos podem ser usados para a produção lucrativa e sustentável de comida, água e energia renovável, ao mesmo tempo combatendo o efeito estufa ligando o CO2 a novas vegetações em áreas áridas," diz ele.




segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Iglus plásticos substituem estações de tratamento de esgoto

Pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, desenvolveram um novo sistema de tratamento de esgotos simples e barato e que tem a mesma eficácia das grandes instalações de tratamento.
Os iglus foram projetados para aliviar a carga de poluentes de lagoas usadas para tratar resíduos.
Pequenas comunidades usam lagoas de águas residuais como método primário de tratamento porque elas são simples para operar e baratas. As águas residuais são mantidas na lagoa por períodos que vão de um mês a um ano, para que os sólidos decantem.
A luz solar, as bactérias, o vento e outros processos naturais fazem o resto, limpando a água. Em comunidades maiores pode-se usar a aeração para otimizar o processo.
Os problemas surgem quando a comunidade cresce e a lagoa não dá mais conta do recado. A migração para uma estação de tratamento completa pode custar muito caro.
Iglus plásticos para bactérias substituem estações de tratamento de esgoto
Os iglus instalados para a bateria de testes. Para operar eles devem ficar totalmente submersos. [Imagem: Waste Compliance Systems Inc.]

Continuem lendo essa matéria no Site Inovação Tecnológica 
Boa Leitura!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Madeira tratada melhora desempenho da construção civil

Além de ser mais barata, a madeira tratada de florestas plantadas oferece resistência a pragas, dura mais e é ‘ecologicamente correta’

O fator cultural está ligado diretamente à resistência na utilização de madeira tratada de florestas plantadas na construção civil, afetando o setor industrial-madeireiro nacional. De acordo com o diretor da Associação Brasileira de Preservadores de Madeira (ABPM) Flavio Carlos Geraldo, no Brasil o alicerce construtivo baseia-se em construções feitas de alvenaria, bem diferente do que acontece nos Estados Unidos e Austrália.


Segundo o executivo, a falta de conhecimento interfere diretamente no uso da madeira tratada na construção civil. “Muitos arquitetos não conhecem os benefícios do uso desse material, que pode oferecer maior empenho nas composições estruturais, pois a robustez aliada ao tratamento químico resulta em longevidade, fica de 10% a 20% mais barato que estrutura com madeira nativa serrada, oferece boas características técnicas, beleza singular e acima de tudo é uma opção sustentável.”, destaca Flavio.


São produzidos por ano no Brasil, um milhão e duzentos mil metros cúbicos de madeira tratada, considerando que 10% se destinam a construção civil, já que para os setores elétricos e ferroviários 15%, os outros 60% ao setor rural, com a elaboração de mourões, esticadores entre outros. Na construção civil como um todo, não existe restrição para o uso da madeira tratada. As opções de projetos estruturais são várias, entre elas, casas, pontes, passarelas, playgrounds, coberturas, mirantes, telhados, galpões, entre outras.


O tratamento de eucalipto e pinus é realizado em usinas de tratamento por vácuo pressão ou autoclave. “Existem 250 unidades de tratamento no Brasil. Funciona assim, num cilindro [autoclave] são introduzidos os produtos químicos preservantes, que variam de acordo com o tipo de árvore utilizada.”, afirma o diretor da ABPM.


Com auxílio dos campos da mecânica e da química, o equipamento de autoclavagem, é o único com capacidade de impregnar profundamente a madeira com produtos inseticidas e fungicidas de ação comprovada, protegendo o suplemento contra apodrecimento, cupim e outros problemas biólogos de deterioração.


Segundo Flavio Carlos Geraldo, a madeira cultivada tratada na construção emprega muitos benefícios, além de ser ecologicamente correta, poupando o planeta, diminui a pressão sobre matas nativas. Considerado um recurso 100% renovável de ciclo curto, além de garantir maior durabilidade para peça final.


“Uma peça retirada da mesma família [mesma árvore] empregada com a mesma finalidade, pode obter diferença de durabilidade de 10 anos.”, diz ele. A de eucalipto ou pinus tratada com sistema técnicos das NBR pode ter durabilidade superior a 15 anos.


Fonte:Celulose Online


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Engenheiro Florestal em Ação

EM QUE SETORES ATUAR?

  • Biotecnologia
  • Controle de plantas invasoras
  • Dentrologia
  • Dendrologia e Anatomia da Madeira
  • Ecologia Florestal
  • Genética e Melhoramento Florestal
  • Propagação de Plantas
  • Sementes Florestais
  • Sistemas Agroflorestais
  • Solos e Fertilização Florestal
  • Técnicas Silviculturais

  • Arborização e Paisagismo
  • Entomologia Florestal
  • Ergonomia e Segurança no Trabalho
  • Incêndios Florestais
  • Meio Ambiente
  • Manejo de Bacias Hidrográficas
  • Manejo de àreas Silvestres
  • Parques e Reservas Florestais
  • Patologia Florestal

  • Computação Aplicada à Ciência Florestal
  • Colheita e Transporte Florestal
  • Inventário Florestal
  • Economia e Planejamento Florestal
  • Estradas Florestais
  • Fotogrametria e Sensoriamento Remoto
  • Inventário Florestal
  • Sistemas de Informações Geográficas

  • Anatomia da Madeira
  • Celulose e Papel
  • Energia da Madeira
  • Óleos Essenciais
  • Preservação da Madeira
  • Resinagem
  • Serraria e Secagem da Madeira

Agora vejamos um balanço que comprova a importância dessa profissão para o Brasil..

SETOR FLORESTAL BRASILEIRO
1.Dados Sócio-Econômicos

PIB FlorestalUS$ 21 bilhões (4% do PIB nacional)
ExportaçõesUS$ 5,4 bilhões (10% do total)
Consumo de Madeira300 milhões m3/ano (Nativas + Plantadas para todos os fins)100 milhões m³/ano (Plantadas para uso industrial)
Impostos RecolhidosUS$ 2 bilhões
Empregos Diretos + IndiretosTotal: 2 milhões (Nativas + Plantadas)Plantadas: 500 mil
Hectares plantadosTotal: 4,8 milhões ha (Eucalipto + Pinus)Eucalipto: 3,0 milhões haPinus: 1,8 milhão ha

Fonte: SBS, 2001.

E aí se interessaram?
Busque então onde realizar esse magnífico curso: UFG, UnB, UFV, UFLA, UFPR, ETC.
No mais não fiquem de fora desses assuntos, pois sendo ou não da "floresta" tudo isso de alguma forma tem importância para o Planeta e a todos nós!

E Em breve...


INFORMAÇÕES SOBRE ESPÉCIES ARBÓREAS IMPORTANTES E MAIS DETALHES SOBRE AS ÁREAS DE ATUAÇÃO PARA UM ENGENHEIRO FLORESTAL!

FIQUE LIGADO  xD



Engenharia Florestal




Origem da Engenharia Florestal no Brasil

Em 1960 foi criada a Escola Nacional de Florestas, primeira do ramo no Brasil, sediada em Viçosa e posteriormente transferida para Curitiba em 14 de novembro de 1963. O período inicial de funcionamento do curso, de 1961 a 1969 foi caracterizado pela existência do Convênio de Assistência das Nações Unidas, através da FAO, conhecido como "Projeto 52". De 1971 a 1982 vigorou o Convênio de Cooperação Técnica entre a UFPR e a Universidade Albert-Ludwig, de Freiburg, Alemanha. Foi durante este período que houve um efetivo desenvolvimento da Faculdade de Florestas de Curitiba em ensino, pesquisas e extensão florestal incluindo a criação, em 1973 do primeiro curso de Pós-Graduação a nível de mestrado em Engenharia Florestal do Brasil. Posteriormente, 1982, foi também criado o primeiro curso a nível de doutorado em Engenharia Florestal do Brasil.




Fonte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/engenharia-florestal/engenharia-florestal-7.php